terça-feira, 12 de abril de 2011

Ces´t la vie III (Parte final, juro!!)

A vida só anda pra frente, quer a gente queira, quer não. O passado, ainda que recente, já é passado!

Parar a vida, então, para contar algo que já passou, por vezes é inviável e até cansativo, pois minha vida JÁ mudou de novo (e sempre!).

Ando focada num novo projeto. Novos desafios! E isso é comigo mesmo! Adooooooooooooroo! Tem sido muito bom poder criar e implementar novas idéias, pensar novas formas de trabalhar, discutir com outros profissionais... Gerar energia! Isso é vital! Me tornei uma viciada em mudanças, em novos rumos, em novas possibilidades!


Não temo mais nenhum reboliço do destino, ao contrário, se a “onda” for inevitável, me adianto e me atiro nela para logo chegar ao outro lado, mais calmo e agradável, onde eu posso nadar, flutuar calmamente sobre o mar, bem longe da arrebentação, onde muita gente, por medo, se instala e só apanha! Saber sair da “arrebentação” é uma boa lição e de extrema utilidade!


Mas, claro que não sou essa Brastemp toda, que sabe sair das ciladas da vida sem levar caixotes! Há desgaste, há choro, certo drama – afinal, sou virginiana, e não nego a raça! – mas há também o aprendizado e as mensagens que ficam para sempre. A vida se comunica com todos nós e é bom ouvi-la!

E é o que tem acontecido comigo. Tenho procurado ouvir a vida, prestar atenção em seus sinais, sem, no entanto, deixar de me atirar nela com vontade, pois tenho disposição pra viver e não economizo nesse sentido! Atribuo essa disposição ao amor e ao incentivo que sempre recebi dos meus talentosos pais. Esse amor-cuidado me habilitou a me atirar na vida com responsabilidade e ousadia, porque o amor que a gente recebe em casa, desde pequeno, é uma vacina contra as dores do mundo! Ficamos menos vulneráveis, menos reféns e muito, mas muito mais seguros! Podemos até demorar para dar “os primeiros passos”, mas também quando começamos... Não andamos, corremos!! Claro que meus 35 aninhos também ajudam bem, porque a “casca” vem mesmo é com o tempo!

Assim, encerro este post com um pé no passado e outro no futuro, como num passo. Pausei aqui pra compartilhar com vocês, mas agora, se me dão licença, preciso ir andando, pois a vida, como sabem... Só pra frente!

“Delenda est Cartago!!” (piadinha interna, né pai? Hihihihi)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Só uma, talvez duas, coisinhas...

Dentro do metrô a caminho da estação Afonso Pena, no Rio, um menino de uns quatro anos de idade virou-se para a mãe e perguntou: “Mãe, porque a polícia mata?”. A pergunta me fez inclinar para a frente para ver o rosto da mãe e ouvir melhor sua resposta. A jovem mãe, com seus vinte e poucos anos, tentou explicar: “A polícia mata quem faz mal às pessoas”. Mas o menino manteve-se: “Porque?”. A mãe, então, finalizou: “Depois conversamos sobre isso, é meio difícil, meu filho”.



Porque as mulheres procuram cúmplices para seus atentados às guloseimas? Credo!! Será que nunca conseguem ingerir calorias sozinhas, com personalidade? Têm sempre que infernizar alguém para comer junto com elas!! Afff é difícil manter-se em equilíbrio nessa vida!!




Estar feliz faz a gente parecer leviano. Andar pelas ruas cantarolando e sorrindo pode fazer com que as pessoas pensem que vc enlouqueceu, sofreu um grande e terrível trauma que te fez ficar “fora do ar” ou simplesmente que é irresponsável e inconseqüente. O mundo é dos mau-humorados, deprimidos e reclamões!! Já viu como esse pessoal que vive reclamando da vida, dos filhos, do carro, do emprego, do salário, da família, é respeitado? Tem sempre alguém pra dizer: “Coitado, esse aí agüenta uma barra!” ou “Nossa, que luta é a vida desse aí!” ou ainda “Como trabalha, nossa!”. Estar feliz pode significar que sua vida é perfeita demais, que vc ganha muito e trabalha pouco, que seu marido/mulher ou namorado(a) te faz feliz, que vc consegue tudo o que quer, que vive em harmonia com o mundo... E isso é coisa de gente chata!!! Ninguém pode estar muito bem hoje em dia, jamais!! Não ter do que reclamar faz de vc uma pessoa evitável. Por isso meu conselho é: Minta um pouco, pareça infeliz, conte algo triste e se puder, chore!! Nada como o poder de uma lágrima!! Aff




Minha grande amiga Carol, também conhecida como Cae, me deu uma linda notícia na última sexta, dia 01/04. Apesar de ter sido o “dia da mentira” ela e meu querido amigo - e primo do meu namorado - Thiago, vão se casar!! Claro que serei madrinha e madrinha de verdade, pois fui eu quem os apresentou. Ta bem, foi meu namorado, Fab, quem fez tudo, mas eu fui uma espécie de contra-regra!! Felicidades aos dois, que são muito queridos e merecem tudo de bom!! Só não contem comigo para um divórcio, hein? hehehe



Não acho que a vida de um desenho animado seja tão animada assim!! Ou estão correndo das maldades de uma rainha de Copas ou comendo maçãs envenenadas por bruxas, sendo perseguidoss por gambás apaixonados, fugindo de lobos maus, ou presos em torres altíssimas... A vida em technicolor não é lá essas coisas, não!!





Muitos pensamentos me ocorrem ao longo de um dia, mas nem sempre os registro e, por isso, muitos deles se perdem. Alguns me reencontram, pedindo mais atenção e insistindo em seu valor. Tento conciliar!! Já tive até pensamento fazendo greve, exigindo melhores condições para se desenvolver, reclamando seus direitos de existir!! O que a maioria deles quer é aparecer, ganhar o mundo, enfim... Para dar conta dessa demanda,que me importuna há anos, criei este blog. Então, caros amigos e seguidores, me desculpem se, por vezes, os submeto a leituras enfadonhas, perturbadoras, esquisitas, inúteis, mas são eles... Os tais pensamentos!! Se não os obedeço, daqui a pouco me põem na justiça! E se defender dos próprios pensamentos é bem bizarro, até mesmo pra mim!! heheh

quinta-feira, 24 de março de 2011

C'est la vie II (Eu disse que continuaria!)

Sei que meus leitores são em número maior do que os que se apresentam – e se expõem – com seus comentários. Como sei disso? Ora, eles me revelam sempre que me encontram! Dizem me acompanhar por aqui e se revoltam quando ficam sem notícias. Não é, tio Fofinho? Hehehe

Pois bem, aqui vão as notícias!

Conforme comecei a contar dias atrás, não foram poucas as emoções pelas quais passei o ano passado e início deste. O ano de 2010 começou em clima de restauração, repleto de possibilidades para a reconstituição da minha vida. O anúncio era bem bom e eu estava otimista.

Mas logo em março fui pega com uma bomba. O atendimento jurídico gratuito, um audacioso projeto social onde eu trabalhava no Rio, havia mudado de gestora e muita coisa passou a mudar desde então.

De início foi como uma ameaça de Tsunami que não vingou... Quase um boato! É que, embora a nova gestora já tivesse sido nomeada em Diário Oficial, na prática, nada mudou.

Após quatro anos de trabalho árduo e parceria imbatível, eu e minha grande amiga e companheira de trabalho, a antiga gestora, fomos separadas e sentimos muito toda aquela mudança.

No escuro, então, passei a caminhar.

Lá para o meio do ano a nova gestora convocou uma reunião e com alguma cautela e muita polidez achou por bem encerrar o projeto, pois o mesmo “não fazia mais parte da ideologia da atual gestão”. Enfim... Meu compromisso foi relatar todo o procedimento para o tal encerramento, desde as formalidades até o tempo que seria necessário para “apagar as luzes”.

Após recuperar os batimentos cardíacos e a circulação sanguínea saí de lá com a mesma sensação de “fim do mundo” que o advogado Kevin (Keanu Reeves) demonstrou em Advogado do Diabo, quando saiu do hospital, após perder sua esposa, para encontrar seu pai, O diabão representando por Al Pacino, naquela Nova York vazia de tudo! (Lembram da cena?) A “minha” Nova York foi a Presidente Vargas e naquele momento ela ficou completamente vazia!!

No dia seguinte, semiviva, fui trabalhar e rapidamente tratei de redigir um relatório completo com o número impressionante de 215 processos em andamento e 33 para serem abertos, já com papelada arrumada e tudo. E, em todos, eu teria que renunciar e ainda teria que explicar o “porquê” para cada uma daquelas mulheres. Meu Deus!! Minha nossa!! E a Dona Fulana, rapidamente pensei, como vai receber esta notícia? E a Dona Beltrana... Naquele estado em que ela se encontra ultimamente, em depressão... Conhecia a realidade e a história de cada uma delas!!! Vivi com elas muitas de suas dores e as ajudei a superar outras tantas!! Aquilo não podia estar acontecendo!!! Era choro misturado com raiva, acompanhados pelo receio de não dar tempo e de eu não ter forças para fazer tanta coisa ao mesmo tempo e, pelo visto, sozinha!!!

Prontamente fiz o tal relatório e exigi uma documentação para a finalização formal do projeto. Decidi só finalizar se tal documento me fosse entregue. Antes disso, nada de renúncia!! E por isso não falei nada a ninguém.

Mandei por email e esperei.

Durante vários dias fiquei colada em meu email, na expectativa de qualquer resposta, mas... Nada!! Nadica de nada!!! Desenvolvi até TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) de tanto ficar abrindo e fechando o Gmail. Que gastura!!

Então resolvi mandar mais emails, ratificando o relatório e o pedido da documentação para a finalização do projeto. Todos os emails eram enviados com cópias para as assessoras e a secretária e... NADAAAAA!!! Nenhuma resposta de ninguém!!! Cheguei a delirar com isso, a ter pesadelos e sonhos mirabolantes: “Será que o projeto havia mesmo terminado?? Será que aquela reunião fatídica tinha mesmo acontecido??”. Passei a duvidar do que tinha ouvido e minha sanidade ficou seriamente comprometida. Durante um bom tempo vivi num estágio entre a lucidez e a completa loucura!!

Os meses foram passando, precisei entrar de férias, voltei das férias e... NADAAAA!!

Já era dezembro de 2010 e o recesso forense batia às portas. A gente sempre fechava o expediente nesta época do ano. Precisava falar com ela e saber como ficaríamos!! Se Maomé não estava indo à montanha, não tinha outro jeito, a montanha aqui, teria que ir a Maomé!!

Fui pessoalmente falar com a nova gestora e lhe propus manter os processos que estavam em andamento, nem que fossem sob minha responsabilidade pessoal, como advogada (como disse, estava surtando mesmo!). A proposta, claro, foi aceita.

Que notícia esplendorosa!! Poderia manter os processos em andamento até que fossem finalizados e no início do ano, com o término do projeto, trabalharia com a antiga gestora, no setor onde eu sempre estive lotada. Se o término do projeto era inevitável, ao menos ele seria encerrado sem deixar nenhuma pendência. Naquelas circunstâncias essa possibilidade era a perfeição e eu até comemorei!!

A alegria, no entanto, durou pouco. A empresa pela qual eu trabalhava, terceirizada, encerrou o contrato e uma-torcida-do-Vasco-inteira foi demitida!! Era gente pra dedéu e nessa leva eu, e os 215 processos em andamento, fomos juntos.

Tentamos fazer com que eu ficasse... Em vão, não deu mesmo. E aos 02 de fevereiro de 2011 assinei meu aviso prévio e isso, lhes asseguro de coração, foi o que menos pesou. Minha “morte” já tinha sido anunciada bem antes disso!!

Após cinco anos de trabalho, em sete anos de existência do projeto, foi minha a missão de “apagar as luzes”.

Este projeto foi um grande encontro! Foi ali que me encontrei! Ou como eu mesma disse na despedida: Foi onde encontrei a oportunidade de ser a advogada que eu sempre quis ser!! Foi a semente encontrando o solo fértil!! Era O SONHO!!! E, cá entre nós, quantas vezes em um trabalho temos a oportunidade de fazer EXATAMENTE o que mais amamos??

Continua...

sexta-feira, 11 de março de 2011

C'est la vie!

Andei sumida daqui, é verdade. Coisas que tive que resolver. Perdas, ganhos, mudanças... c’est La vie e seus movimentos sinuosos! Muita coisa pra contar! Então tudo será editado pra caber e não encher. Juro que vou tentar!
Vivemos uma época em que quase tudo é possível. E uma dessas incríveis possibilidades é poder registrar tudo o que há para ser registrado sobre qualquer coisa. Câmeras perfeitas, filmagens profissionais ao alcance de qualquer um e memórias capazes de armazenar uma vida inteira! Tudo isso nos permite “congelar” cada momento de nossas vidas com toda a precisão profissional e ainda criar ilusões, cenários, efeitos... Enfim, por esta razão também, há momentos em que não sabemos se os vivemos ou apenas os registramos. E não raro estamos às voltas com este pequeno dilema: viver, se entregar às sensações do momento, ou parar e ficar registrando o que estamos vivendo? Por vezes nos atropelamos de tanta ansiedade e acabamos por inventar momentos que talvez não existissem não fosse a possibilidade de serem filmados e/ou fotografados com tanta riqueza e facilidade. Em resumo: somos uma geração de “posers” acostumados a sermos clicados, filmados e fotografados a cada instante! Somos treinados para sorrir e desenvolver um melhor “ângulo” ou versão de nós mesmos. Entendemos um pouco de iluminação, contraste, brilho, zoom... Foi-se o tempo do “albinho de fotografias”, das fotos queimadas e/ou mal tiradas. Agora não se tira mais fotos dos momentos que vivemos. Vivemos momentos para tirar fotos!!! O objetivo é registrar, armazenar, clicar! Tudo o mais é acessório!

Dada esta introdução pego o gancho pra dizer que foi mais ou menos assim que me senti nas últimas duas semanas. Psicótica para registrar tudo! Queria parar para fazer anotações, filmar e fotografar, mas não tive como viver, me dirigir, criar roteiro e interpretar tudo ao mesmo tempo! Foram duas semanas insanas!!! Então usei o método antigo. Vivi a experiência, senti as emoções e agora contarei para fazer o meu registro.

Neste post só coube a introdução. Ai ai ai!!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

"Ei Carol, relembrando os velhos tempos?"

"Não, aprendendo mesmo!!! Nunca andei de patins antes!!".


Perdi a conta de quantas vezes respondi a esta pergunta nos últimos dois meses!! Espera que eu explico.

Em algum dia do ano passado mencionei ao meu namorado que sempre tive muita vontade de andar de patins, que adoraria ter aprendido e tal. Passou. Numa bela tarde de sábado me aparece o próprio com dois pares: Um para ele e outro para mim. Só que ele sabia andar e eu nunca havia subido em um!! Pois o danado não se contentou só com minha cara de espanto e felicidade, quis o test drive na hora!! Affff!! Lá fomos nós para a quadra e lá fui eu pro chão nas primeiras tentativas. Credo, como desliza!!!! Mal podia ficar paradaaaa!! Que sensação de desespero ter os pés presos num objeto deslizante assim!! Ele, com sua sutileza de hipopótomo e sua "ótima" didática, queria me mostrar logo na primeira aula que era mais divertido se eu andasse mais depressa. "Solta o corpo, pega embalo!!". Nada como um sagitariano professor!! Paciência zerooooo!!! A sorte é que sou escolada no assunto. Enfim... Mas o caso é que de fato fui conseguindo me equilibrar e vislumbrando um pouco do prazer que o patins pode proporcionar.

Daí pra frente passei a praticar todos os finais de semana na praça do meu bairro, onde virei atração esperada. Sempre que me viam, lá vinha a indagação: "Ei Carol, relembrando os velhos tempos?" Ao que eu respondia, sem, no entanto, virar o rosto, claro: "Nada, nunca andei antes!".

E todo mundo achou o máximo aquela pessoa de 35 anos, desajeitada, se equilibrando em cima daquelas rodinhas enfileiradas!! Riam, mas apoiavam tb e passaram até a me elogiar: "Tá melhorando, hein Carol!!"

Agora poucos me notam. Já começo a passar desapercebida. Sinal de que apresento melhoras. Já ando completamente sozinha, sem apoios e até dou umas corridinhas. Que delícia que é!!! Aconselho à todos!!! E nunca mais caí!!

Aprender algo novo é fantástico, o que me lembra o hino de Gonzaguinha... "a alegria de ser um eterno aprendiz". E nessa brincadeira de movimentar o corpo e manter o equilibrio me descobri capaz de uma coisa a mais. E "a pergunta roda e a cabeça gira": "Quantas mais ainda sou capaz de fazer e de aprender?

"É a vida!!! E é bonita e é bonita!!"

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Efeito Caixote

Continuo em Lost. Nada ainda foi resolvido. Este assunto foi suspenso, pois a bola da vez é a minha subsistência. Não vou entrar em detalhes, mas a luta agora é outra e por isso ainda estou em Lost, sem internet e celular na Tijuca.

Vários assuntos de grande importância estão suspensos e esta semana é – tem que ser – decisiva!!

Às vezes tenho a sensação de estar levando caixotes na praia, sabe?? Daqueles que quando a gente se levanta para respirar, e acha que tá tudo no controle, vem outro e outro e outro e ficamos com o biquini cheio de areia e o nariz ardido de tanta água salgada!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Vivendo em Lost

Aluguei um quarto em casa de D. Maria, uma senhora bastante simpática, em algum lugar na Tijuca. Casa simples, arejada, gostosa de morar!! Quartinho arrumadinho, bastante iluminado e muito bem mobiliado. Lá estou perto do meu trabalho, tenho paz para pensar e escrever e nada que possa me distrair. Perfeito!!

Porém, e sempre tem um “porém”, já em minha primeira noite descubro que o meu modem da Vivo não “pega” por lá. Tento daqui, tendo de lá, chego a suar... e nada!! Totalmente desconectada!! E como estava sem meu celular, fiquei ilhada!!

No dia seguinte tratei de me mexer. Meu namorado, muito sabido no assunto, me deu vários diagnósticos e possíveis soluções. Fomos atrás de cada uma delas. Liga pra NET, liga pra Oi Velox, saber cobertura, saber se existe cabo... Depois, saber se a D. Maria permite que seja feito um furo na parede, enfim... E a cada tentativa surgia mais um obstáculo. Isso sem falar no papo das atendentes!! E ninguém merece papinho de atendente!! “Senhora consta em nosso sistema que existe cobertura da Vivo nesta localidade, senhora...” (porque senhora na entrada e na saída????)

“AQNHGASDKHASGDFLJADFLJVSDLKJGSDLGHHJGFAGFDJFHÇJKDFGHKNNBKLFGNMHK”


Após este ataque, tentei dialogar sem ficar histérica: “Mas o caso é que não pega lá, mesmo tendo cobertura e se continuar assim vou partir para a concorrência, que já me deu garantias de que.... blá blá blá..”

É nessa hora que bate o desespero total e você tem a certeza de que o seu problema é só seu e que a atendente está pouco se lixando se você, por qualquer razão, não está conseguindo utilizar o serviço, ou produto, ou o que seja. Daí só te resta apelar pelos “benefícios prometidos” por uma suposta concorrência e a gente faz isso por pura raivaaaaaaaaaaaa!! Como se a atendente fosse se importar!!! Affffffff

Desisti. Depois voltei a pensar e a “acreditar” que poderei, um dia, quem sabe, ter internet no meu quarto. Afinal, ESTOU NO RIO DE JANEIROOOOOOOO, CAPITAAAAAAAL!!! (Será? Meu namorado disse que eu estou em Lost e eu tô começando a acreditar!!)

Minha segunda semana em casa de D. Maria, e agora estou também com meu celular, mas... adivinhem vocês... SEM SERVIÇO!!! Ilhada parte II!!

Dia seguinte, reúno minhas forças e ligo para a Vivo. Ou seja, volto à origem do problema. Sou atendida por uma funcionária que me convenceu a ligar do telefone fixo da casa para o número gratuito deles e junto com eles, com o computador ligado e o modem espetado, saber o que pode estar havendo. Segundo ela, pode ser algum problema na configuração e eles poderão me ajudar.

Saí do trabalho super feliz com esta possibilidade. Cheguei em casa, após uma chuva torrencial, e.... sem luz.

Preciso dizer mais alguma coisa?